quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Inteligência Colorida


Quem é o inimigo?
Nós mesmos!

Na luta contra a homofobia alguns atores se destacam, é óbvio que é preciso ter líderes a frente deste quinhão.
Mas daí a atrapalharem o processo de resgate civil que se dará através da implementação dos CENTROS DE REFERÊNCIA E COMBATE A HOMOFOBIA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO.

É isto que acontece hoje no municipio de Nova Iguaçu, quando uma briga interna dentro do 28 de junho deflagra uma verdadeira guerra de egos.

Guerra de egos que hoje interfere no processo ´de implementação do centro de referência em Nova Iguaçu.

Eugênio Ibiapino X 28 de Junho, não é saudável para a populção LGBT da Cidade de Nova Iguaçu.

Vamos ser inteligentes?!!!

CAMINHADA LILÁS


Querid@s;

A Caminha da Lilás tem por objetivo celebrar os 4 ANOS DA LEI MARIA DA PENHA eo aniversário do Município de Mesquita - RJ.
Será realizada no dia 03 de setembro de 2010.
Informamos ainda que os participantes deverão, preferencialmente, estar vestidos com a roupa Lilás ou Branca e que poderão levar faixas e cartazes de repúdio a "VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER".

Programação:

7:30h - Concentração na Praça Elizabeth Paixão
8:00h - Ato Ecumênico
9:30h - "CAMINHADA LILÁS" rumo a CASA DA MULHER, rua Egídio, 1459, onde ocorrerá uma AÇÃO SOCIAL
10:00H - Chegada/Fala das Autoridades


Corfirmem a presença pelo endereço eletrônico - comdim@mesquita.rj.gov.br

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

SEMINÁRIO ESTADUAL DE LÉSBICAS E MULHERES BISSEXUAIS

CONVOCATÓRIA


II SEMINÁRIO ESTADUAL DE LÉSBICAS E MULHERES BISSEXUAIS
Rio de Janeiro, 27 e 28 de agosto de 2010



INSCRIÇÕES DE 18 A 26 DE AGOSTO DE 2010



O Fórum de Lésbicas e Mulheres Bissexuais do Estado do Rio de Janeiro e a Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, através da Superintendência de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos em parceria com a Superintendência de Direitos da Mulher, convidam para o II Seminário Estadual de Lésbicas e Mulheres Bissexuais com o Tema “Unindo Esforços, Ampliando Conquistas: Políticas Públicas para Lésbicas e Mulheres Bissexuais”.

Com o objetivo de construir políticas públicas voltadas às Lésbicas e Mulheres Bissexuais o Seminário, com participação do Movimento Social e de Servidoras, Servidores e Gestão Pública Estadual e Municipais, discutirá as propostas levantadas no I Seminário, ocorrido entre os dia 30 de abril e 1 de maio de 2010, para a troca de informações e experiências sobre a situação das Lésbicas e Mulheres Bissexuais no Estado do Rio de Janeiro para a articulação e o desenvolvimento de estratégias comuns que consolidem e ampliem ações para a construção de políticas para o exercício da cidadania plena para Lésbicas e Mulheres Bissexuais, dentro dos seguintes eixos temáticos:
I – Segurança Pública, Polícias e Sistema Penitenciário;
II – Direitos, Justiça e Legislação;
III – Educação, Informação e Pesquisa;
IV – Proteção Integral à Saúde e Meio Ambiente;
V – Assistência Social, Trabalho e Renda;
VI – Cultura, Turismo, Esporte e Lazer.
O público alvo deste seminário são Lésbicas e Mulheres Bissexuais, bem como Gestoras e Gestores Públicos do Estado do Rio de Janeiro, e todas as pessoas interessadas no tema.
O início do Seminário será no dia 27 de agosto de 2010 (sexta feira) às 9:30 horas, no Centro de Formação Adauto Belarmino, na sede da Superintendência de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos no prédio da Central do Brasil, 7º andar. No dia 28 de agosto (sábado) as atividades serão desenvolvidas no auditório do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher, sito na Rua Camerino, 51, Centro/RJ, a partir das 9:30 horas.

As vagas são limitadas às 70 primeiras inscrições recebidas entre os dias 18 e 26 de agosto de 2010 e deverão ser feitas pelo email seminariolesbicas.rj@gmail.com através da ficha em anexo.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

UPP SOCIAL

Prezados Companheir@s

Aconteceu hoje o primeiro Diálogo sobre a UPP Social, às 9h30, no Teatro SESI da Firjan, que teve a presença do Secretário de Assistência Social e Direitos Humanos, Ricardo Henriques, e do secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame.
Neste dia, houve a presença de vários segmentos sociais em torno de um conjunto de idéias e experiências destinadas a integrar os territórios das UPPs à vida das demais áreas da cidade, a fim de produzir oportunidades para os seus moradores e melhorar a qualidade de vida nestes espaços.
Evento este de grande relevância e que teve importante a presença de todos, inclusive a comunidade LGBT, líderes religiosos, pessoas vivendo com HIV-Aids para fortalecer e integrar as respostas comunitárias e governamentais.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Carta as Bissexuais.

A carta abaixo é da militante bissexual de Pernambuco Tati Maurano, enviada à colega militante de SP Regina Facchini, também bissexual, após sua participação no SENALE - Seminário Nacional de Mulheres Lésbicas. Regina resolveu divulgar a carta a fim de refletir sobre a participação e o acolhimento de bissexuais no movimento LGBT.

A todos os Bissexuais

Segue a carta:

"Olá amiga!

Quanto tempo, não?! Espero que esteja bem!

Bom, escrevo a ti na verdade para dizer sobre minhas aspirações, que sentem falta de um feedback, pois essa questão de assumir a bissexualidade é muito solitária. Na maioria das vezes não tem eco. Tenho participado do movimento da maneira que posso, pois estou trabalhando no governo do estado, na cultura e viajo muito.

E isso faz com que eu pense, repense, me indigne. Vontade de dizer tantas coisas, mas ao mesmo tempo cansada de não ter retorno. No último encontro que participei, fiquei vários dias ouvindo sobre a visibilidade lésbica, em muitos momentos me sentindo um gasparzinho...rs. Ver pessoas até engasgar na hora de falar "bissexualidade" ou falando simplesmente pro forma e quando levanto para falar, vem aquele sentimento de alguém falando: "lá vem aquela de novo dizer que é bissexual".

Bom, foi assim praticamente todos os dias. O primeiro dia senti que esse negócio de só ouvir sobre lésbicas é muito chato. No segundo dia achei que pelos menos dizendo mulheres bissexuais, várias vezes já é um ganho porque, quem sabe assim, um dia nós entraremos na pauta de discussão do movimento. No terceiro dia, quando estávamos discutindo as propostas de cultura e as companheiras falando da cultura lésbica e que da bissexual não precisava falar, pois já estava contemplada nas lésbicas, foi demais.

Então, qual é o problema? Eu não me sinto contemplada, sou bissexual e não lésbica. Estou cansada de dizerem que quando estou com mulher sou lésbica, quando estou com homem sou heterossexual. Não! Sou bissexual independente de com quem esteja, amo as pessoas independentemente do seu sexo. Isso é o que me define! Minha identidade sexual é bissexual!

As lésbicas se preocupam tanto com a saúde das lésbicas, tentando provar que entre lésbicas não pega Aids. Então eu sou o que? Sou um hospedeiro? Se entre mulheres não pega aids então quem carrega a Aids somos nós bissexuais? E aí? Se somos nós que fazemos, porque então não pesquisar também a saúde de nós bissexuais?

Uma coisa que me marcou nesse encontro foi esse insight sobre o bissexual ser o hospedeiro. Porque é essa a impressão que muitas de nós temos quando vemos o desagrado de uma mulher ou um homem ao lhes informar a nossa sexualidade. Uma cara de nojo, como se fosse suja.

Porque não falar sobre bissexualidade? Nós somos safadas? Porque não nos definimos? Oras, safadeza é questão de caráter e não questão de identidade sexual!

Se um homem é casado com uma mulher e a trai com outro homem, ele pode tanto ter desejo pelos dois sexos, ser um heterossexual precisando viver outras coisas na
sua vida, como ser alguém que poderia ser gay mas que não conseguiu lidar com seus desejos e com as pressões sociais que ainda hoje existem com relação à homossexualidade.

Nós não somos bem resolvidas? Me desculpe decepcioná-las. Mas eu sou muito bem resolvida. Amo as pessoas independentemente do seu sexo, sou bissexual. Só que se você for bissexual, se tem uma relação com uma mulher e em outro momento está com um homem, você é promiscua, segundo dizem?

Então precisamos discutir outra coisa também, qual é a definição de promiscuidade? É transar com mais de uma pessoa ao mesmo tempo? Se for isso, as lésbicas e os heterossexuais também o fazem e são. Eu sou bissexual, já transei e me relacionei com homens e mulheres, embora com um de cada vez. E isso envolve outras questões, como: qual o contrato de relacionamento que você tem? É de exclusividade sexual? É aberto? Aberto em relação a sexo ou a afeto também? Contratos de relacionamento independem da sua identidade sexual.

É puro preconceito, isso mesmo, no sentido literal da palavra: pré conceito, discriminamos e temos medo daquilo que não conhecemos. Se formos continuar negando a bissexualidade, então é melhor nos tirar do movimento. Por que dizer que há bissexuais no movimento? Por que chamar um seminário nacional de lésbicas e mulheres bissexuais, se não se discute nunca a bissexualidade? Não parece meio perverso criar a expectativa de que eu que sou bissexual posso ir a esses lugares, mas chegando lá tenho de estar contemplada em falar apenas de uma parte de mim, de meus desejos e das minhas vivências?

Mas não me sinto na obscuridade. Na verdade entrei no movimento me identificando como bissexual. O problema são os outros, eles é que precisam sair dessa hipocrisia. Tenho certeza que há várias companheiras bissexuais que sofrem demais, pois tem de passar por lésbicas para serem aceitas.

Entendo que cada um tem o seu tempo. Mas não posso deixar de lutar por reconhecimento. As lésbicas querem visibilidade para que os seus direitos sejam respeitados? Pois é, nós bissexuais também queremos. Só que com um agravante, temos que lutar pela nossa visibilidade como bissexual na sociedade, e o que é pior, também dentro do movimento.

Eu quero respeito, quero que a bissexualidade seja colocada como ponto de pauta, não só uma sigla a ser mencionada para que as bissexuais se sintam contempladas.

Será que nossa identidade, nossas formas de nos relacionar, nossa sexualidade, nossas necessidades na área da saúde e em tantas outras não trazem também questões específicas? Essas devem ser pautadas e discutidas pelo movimento para a formulação de propostas específicas de reivindicações políticas e lutas, mas também para pensar no que é comum às duas identidades.

Para além disso, existem coisas mais profundas para dentro e fora do movimento que devem ser discutidas. A bissexualidade é o nome que damos pra uma série de inquietações nesta vida. Não acredito que exista uma coisa com a qual a gente nasce chamada bissexualidade.

A bissexualidade é um nome que damos para a nossa incapacidade de nos sentirmos confortáveis na distinção entre heterossexualidade e homossexualidade. Mas
sabemos que esse não-lugar se expressa de diferentes maneiras, é constituído por diferentes desejos: tanto por gostar de pessoas, quanto por gostar de X coisas
em mulheres e em Y coisas em homens, ou sei lá mais por que formas. Mas já que demos esse nome pra essa inquietação, a esse não-lugar, e que nos entendemos
como bissexuais, apesar da pluralidade de nossas vivências pessoais, é uma possibilidade de encontrarmos conforto, é importante para nós que as pessoas reconheçam que há gente que não se sente heterossexual nem homossexual.

É tudo muito complexo e deve ser conversado sobre, sem amarras, sem repressão. Algumas amigas lésbicas vieram falar comigo e eu até brinquei que não fui eu que inventei a bissexualidade, me deram o livro da Marta Suplicy, eu li e me identifiquei, agora o problema é de vocês (risos).

Para dentro do movimento é isso: esse lugar nos dá conforto e precisamos que ele seja reconhecido, isso é certo. Mas o mundo não se divide em branco e preto, há vários tons de cinza. Podemos dar um nome pra esses vários tons, mas éimportante reconhecer e respeitar a existência deles. Acho que isso é saudável pro movimento e para nós também: entendermos que Gays e Lésbicas não são blocos homogêneos, eles também têm várias tonalidades. Há diversas classes sociais, cores/raças, idades, além das singularidades, mas as caixinhas nos encaixotam. Elas são importantes para fazer política, mas não podem falar diretamente a linguagem da diversidade. Por isso é saudável reconhecer a diversidade interna de cada caixinha e também a diversidade da sexualidade: há pessoas que não se sentem homossexuais nem heterossexuais.

Que me chamem de Bissexual, que chamem de B, que transformem em letrinha, mas que reconheçam que há algo para além da heterossexualidade e da homossexualidade. Enfim, que reconheçam meu direito a existir."

Partidos Escolhem Candidatos

Começam as convenções partidárias.
Nós da LEGITIM@ acreditamos nas propostas dos "bons" plíticos, queremos nos reconhecer nelas.
Pensem nisso!

quarta-feira, 26 de maio de 2010

ATAQUES A TRAVESTIS NO ESTADO DO RIO

Por favor, Não nos MATEM !!!!!!!!!!!!!!!

Sangue das Travestis assassinadas no Estado formam um Rio de Transfobia !



Os constantes casos de TRANSFOBIA no Brasil,vem ganhando significativa contribuição oriunda do nosso Estado,nos últimos 2 meses,foram contabilizados por esta instituição o trágico numero de SETE Travestis assassinadas em diferentes regiões do Rio de Janeiro.O protagonismo absoluto das Travestis e Transexuais nas estatísticas de todas as pesquisas realizadas sobre violência e discriminação sofrida entre a população LGBT no Brasil, vem agravando-se desde o final de 2009.

O Rio de Janeiro que durante 2009 teve uma significativa baixa nos assassinatos de Travestis e Transexuais, esta sofrendo um aumento desta prática de crimes de ódio.

Em 2010, no período de 13/04/2010 á 23/05/2010 SETE Travestis tiveram sua vidas ceifadas de forma cruel e covarde, embora temos certeza de o número real de homicídios Transfóbicos supera os computados por esta instituição.

No dia 13/04/2010 faleceu na Zona Portuária do RJ a Travesti “Baiana(Ângelo da Costa)” vítima de tiros, dia 20/04/2010 a Travesti “Dandara”moradora de São Gonçalo foi assassinada com vários tiros em Itaboraí no ponto onde trabalhava,dia 22/04/2010 “Ramona” uma jovem Travesti foi assassinada a pauladas na cabeça no bairro Califórnia em Nova Iguaçu,,dia 30/04/2010 a Travesti “Renata” foi assassinada também por espancamento no bairro Jardim Tropical,dia 05/05/2010 a Travesti “Sheila” assassinada com 20 tiros no bairro Jardim Aurora depois da UNIG em Nova Iguaçu ,dia 17/05/2010 a Travesti “Cesar Henrique Vendrame”espancado violentamente até a morte no bairro Paraíso em Resende ,dia 23/05/2010 a Travesti “Taila(José D B dos Santos Júnior)” natural de Itabuna –BA e residente na Lapa foi assassinada e teve seu corpo carbonizado pelo universitário e lutador Leonardo Loeser no bairro do Jardim Botânico Zona sul da capital do RJ.

O expressivo número dos casos,assim como as cruéis e diversificadas formas dos assassinatos, são o penúltimo estágio do grande fluxo de violência a que estão sujeitas Travestis e Transexuais brasileiras.

Fluxo este que inicia-se na infância com a exclusão escolar , o rompimento ou a fragilização do vinculo familiar devido a sua identidade de gênero culminando na fase adulta com a formação de indivíduos na sua grande maioria despreparados técnica e educacionalmente e com dificuldades no acesso ao mercado formal e informa de trabalho fazendo da Prostituição sua única forma de auto-sustento .

A Associação das Travestis e Transexuais do Estado do Rio de Janeiro (ASTRA RIO), organização da sociedade civil organizada de abrangência estadual com associadas em todo o Estado do Rio de Janeiro, cuja missão objetiva: Organizar, associar, representar política e socialmente a população de Travestis, Transexuais e Transgêneros do RJ,vem por meio desta denunciar publicamente estes assassinatos e repudiar expressamente o “JORNAL MEIA HORA” que em sua manchete de capa da edição impressa do dia 24/05/2010 traz o seginte texto:LUTADOR FURRECO FAZ CHURRASCO DE TRAVECO .

Declaramos que a ASTRA RIO é a favor da liberdade de imprensa, mas caso como este é além de inadmissível ,tão cruel e desumano quanto o ato criminoso do lutador, pois caso a sociedade admita uma manchete desse tipo, o próximo passo é uma manchete tipo “Bandidos fazem carne moída de menor” para descrever um caso como o absurdo cometido contra o menor “João Hélio”. Posturas como estas devem ser banidas de veículos que ao invés de levar informação e cultura ao nosso povo agem como verdadeiro manuais de desrespeitos a dignidade humana, PORTANTO NOSSO REPÚDIO AO JORNAL MEIA HORA / RJ.

Ontem dia 24/05/2010 a Presidência da ASTRA RIO ,se reuniu coma Superintendência de Assuntos Individuais Coletivos e Difusos (SUPERDIR) do Governo do Estado,responsável pela execução do Programa Estadual “Rio Sem Homofobia” onde foi protocolado um pedido de verificação dos casos ,onde tais fatos também foram encaminhados ao Conselho Estadual dos Direitos da População LGBT,órgãos que vem desenvolvendo qualificada e constante em prol da cidadania LGBT,um apelo ao Governo do Estado uma resposta para que a apuração e punição dos responsáveis sejam feitas de forma exemplar e agradece a população do Estado do Rio de Janeiro pelas manifestações de apoio, e em especial aos Grupos Árco Íris,Grupo CaboFree e Grupo Conexão G onde estamos juntos na construção de um Ato público .



Todos Unidos por um Rio de Janeiro sem TRANSFOBIA!



Majorie Marchi

Presidente Astra Rio

Vice presidente ANTRA

Vice presidente Conselho Estadual LGBT/RJ

Membro Comitê Garantia de Direitos /SMAS/RJ



Informações: (21) 4104-0927 / (21) 8278-2633

http://associacaodastravestisetransexuaisrj.blogspot.com/

astra.rio@gmail.com